Como organizar Gôndolas Bagunçadas?

Caos nas Gôndolas: 12 Dicas Práticas para Recuperar a Atratividade do PDV

Como organizar Gôndolas Bagunçadas tornou-se uma das questões mais críticas para o varejo moderno no Brasil. Primeiramente, o cenário atual exige muito mais do que simples reposição; exige inteligência estratégica.

Estudos recentes sobre o comportamento do consumidor apontam que a desordem visual gera um estresse cognitivo imediato, fazendo com que o shopper abandone a compra em segundos. Portanto, transformar o caos em clareza não é apenas uma tarefa estética, mas uma necessidade financeira urgente.

Neste contexto, a RM2 Holding se posiciona como uma indústria gráfica parceira, fornecendo a infraestrutura visual necessária para manter a ordem. Abaixo, preparamos um guia completo, ancorado em dados de mercado e nas melhores práticas de visual merchandising, para revolucionar seu ponto de venda.

12 Dicas de Organização

O Impacto da Desorganização: Dados e Ciência do Consumo

Antes de iniciarmos as dicas práticas, é crucial entender o impacto científico da bagunça. Dados da ABRAS (Associação Brasileira de Supermercados) indicam recorrentemente que a ruptura visual — quando o cliente não encontra o produto devido à desorganização — é responsável por perdas significativas de faturamento. Confira dados do setor na ABRAS.

Além disso, pesquisas de comportamento do consumidor revelam que cerca de 70% das decisões de compra são tomadas na frente da gôndola. Se esse ambiente estiver caótico, o cérebro humano, que busca padrões para economizar energia, tende a ignorar a oferta. Consequentemente, uma gôndola bagunçada não apenas deixa de vender o produto desorganizado, mas desvaloriza toda a categoria ao redor.

1. Auditoria e Planograma Digital

O primeiro passo para resolver a bagunça é saber como a gôndola deveria estar. Atualmente, o uso de planogramas digitais é indispensável. Softwares modernos permitem desenhar a exposição ideal baseada no giro do produto. Entretanto, a execução falha.

A dica aqui é realizar auditorias frequentes comparando o “real” com o “planejado”. O planograma define o share de gôndola correto, evitando que produtos de baixo giro ocupem espaços nobres e criem acúmulo desnecessário.

Auditoria e Planograma Digital2. A Regra da Limpeza Profunda

Pode parecer óbvio, mas a sujeira é a melhor amiga da desorganização. Resíduos de papelão, poeira e etiquetas velhas criam um ruído visual que “autoriza” o cliente e o repositor a serem descuidados. Periodicamente, deve-se esvaziar a prateleira totalmente.

Uma superfície limpa e brilhante valoriza a embalagem. Nesse sentido, materiais impressos com laminação de qualidade, produzidos pela RM2, facilitam essa limpeza diária, pois resistem a panos úmidos e produtos químicos leves.

3. Categorização via Neuromarketing

O cérebro ama categorias e busca padrões para economizar energia mental durante a compra. Organize os produtos em blocos lógicos: por marca, por tipo (ex: diet, normal, zero) ou por preço. Utilize técnicas de visual merchandising para criar “paredes” de cor. Isso ajuda o consumidor a escanear a prateleira rapidamente. A desordem acontece quando um produto “invade” o bloco visual do outro, quebrando a harmonia e confundindo a percepção de valor.

  • Color Blocking (Blocos de Cor): Agrupe produtos com cores de embalagem semelhantes para criar grandes massas visuais. O cérebro processa a cor antes de ler o rótulo, facilitando a identificação da categoria a distância.
  • Altura dos Olhos é Área Nobre: Coloque os produtos com maior margem de lucro ou lançamentos na “zona quente” (altura dos olhos, entre 1,20m e 1,60m). Produtos de destino (que o cliente já procura intencionalmente) podem ficar nas prateleiras mais baixas ou altas.
  • Categorização por Ocasião: Além de separar por tipo, agrupe por momento de consumo. Por exemplo, criar um bloco de “Café da Manhã Saudável” unindo granola, aveia e adoçantes naturais ajuda o cérebro a visualizar a solução completa.
  • Quebra Visual Estratégica: Use stoppers ou divisores físicos da RM2 para marcar visualmente onde uma categoria termina e outra começa, impedindo que o olhar do consumidor “escorregue” sem notar a mudança de oferta.

4. Metodologia FIFO Rigorosa

A sigla FIFO (First In, First Out – Primeiro que Entra, Primeiro que Sai) é vital para perecíveis, mas também para a organização estética. Produtos velhos tendem a ter embalagens mais desgastadas.

Ao trazer os itens mais antigos para a frente de forma organizada, você garante a rotatividade e mantém a “cara” da gôndola sempre nova. A falta desse processo gera o “fundo de gôndola morto”, onde a bagunça se acumula invisivelmente.

5. Frenteamento Estratégico

O “frenteamento” (ou facing) é a arte de puxar os produtos para a borda da prateleira. Uma gôndola que parece cheia vende mais. No entanto, se não houver estoque suficiente para encher a profundidade, traga tudo para a frente.

O vazio gera a sensação de abandono. Estabeleça um padrão: cada SKU deve ter no mínimo duas ou três frentes para ser notado. Menos que isso, ele desaparece na paisagem, parecendo um item deslocado ou esquecido.

Sua estratégia de organização merece o melhor material.

Não adianta organizar se o material de PDV não ajuda. Descubra como a impressão de alta qualidade e as soluções personalizadas da RM2 Holding transformam gôndolas em máquinas de vendas.

6. Gestão de Avarias e Rupturas

Produtos amassados, rasgados ou vazando devem ser removidos imediatamente. Eles são focos de contaminação visual. Além disso, quando há uma ruptura (falta de produto), não tente “tapar o buraco” espalhando os produtos vizinhos de forma desleixada. Isso confunde o controle de estoque e o cliente. Em vez disso, utilize um aviso de “Desculpe, produto temporariamente indisponível” ou reorganize o planograma de forma estruturada.

Gestão de Avarias e Rupturas

7. Réguas de Gôndola como Barreiras Visuais

Agora entramos nas soluções físicas. A régua de gôndola é a ferramenta número um contra a bagunça. Ela atua como uma linha de demarcação clara. Quando produzida em materiais rígidos (como PS ou PVC) pela RM2, ela impede fisicamente que produtos de uma coluna invadam a outra na base. Além de informar o preço, ela delimita o território da marca, educando o consumidor a devolver o produto no local exato.

8. Organizadores e “Pushers”

Para produtos leves ou de formatos irregulares (como sachês de tempero, maquiagens ou chocolates), a gravidade joga contra a organização. O uso de displays organizadores (bandejas com divisórias) ou sistemas de molas (pushers) garante que o produto esteja sempre na ponta e alinhado. A RM2 desenvolve displays personalizados que se encaixam perfeitamente no seu espaço, eliminando a “dominó” de produtos caindo.

9. Faixas de Gôndola Informativas

Diferente da régua, a faixa de gôndola (ou cantoneira em L) pode ser usada para segmentar grandes áreas. Por exemplo, em uma seção de vinhos, faixas de cores diferentes podem separar “Vinhos Chilenos” de “Vinhos Argentinos”. Essa segmentação visual macro ajuda a manter a ordem micro, pois o cliente entende instintivamente onde deve procurar e onde deve devolver o item.

Faixa de Gôndola Invertida

10. Verticalização com Clip Strips

Frequentemente, a gôndola fica bagunçada simplesmente por falta de espaço. Itens pequenos são jogados por cima de outros. A solução inteligente é o Cross Merchandising utilizando o clip strip (fita cross). Ao pendurar o queijo ralado no corredor do macarrão, você libera espaço na prateleira, aumenta o ticket médio e limpa a área visual principal. Descubra mais sobre essa tática em nosso artigo sobre o que é cross merchandising.

11. Destaque com Wobblers e Stoppers

Em um mar de produtos, o destaque é essencial. O wobbler e o stopper funcionam como sinais de trânsito. Eles capturam a atenção e, psicologicamente, marcam um ponto de parada. Isso evita que o olhar do cliente “corra” rápido demais pela gôndola, ignorando a organização. Quando bem posicionados, eles reforçam a localização de um produto específico, desencorajando a colocação de itens concorrentes naquele espaço.

12. Valorização da Ponta de Gôndola

A ponta de gôndola é a área de maior conversão, mas também a que bagunça mais rápido devido ao alto tráfego de carrinhos. Trate-a como uma ilha de excelência. Utilize gigantografias e laterais personalizadas para fechar o visual. Uma ponta bem estruturada irradia organização para os corredores adjacentes. Leia nossas dicas específicas em como organizar ponta de gôndola.

Valorização da Ponta de Gôndola

Novas Tecnologias e o Futuro da Organização no Varejo

O futuro da organização de gôndolas não é apenas manual; é tecnológico. No Brasil, grandes varejistas já começam a testar tecnologias de Reconhecimento de Imagem. Câmeras instaladas nas prateleiras ou robôs que percorrem os corredores identificam rupturas e desorganização em tempo real, enviando alertas para o tablet do repositor.

Adicionalmente, as “Prateleiras Inteligentes” (Smart Shelves) utilizam sensores de peso para saber quando um produto foi retirado ou colocado no lugar errado. Embora essas tecnologias ainda estejam em fase de implementação massiva, a base para que elas funcionem continua sendo a mesma: um layout físico bem definido e materiais gráficos de alta qualidade para balizar a leitura dos sensores.

Tabela de Materiais para Organização e Produção RM2

Para aplicar essas 12 dicas, a qualidade do material é fundamental. Papéis que rasgam ou plásticos que amarelam contribuem para a sensação de bagunça. A RM2 Holding utiliza substratos industriais e tintas com proteção UV para garantir longevidade. Confira abaixo as especificações ideais:

Material Organizador Material Recomendado Durabilidade Estimada Função Principal
Régua de Gôndola PS 0,50mm ou PVC 0,30mm Alta (6 a 12 meses) Organização linear e precificação resistente.
Clip Strip Polipropileno (PP) ou PVC Média/Alta Exposição vertical e limpeza da prateleira.
Separador de Categoria Acrílico ou PS 2mm Muito Alta Barreira física entre famílias de produtos.
Stopper / Wobbler PVC transparente ou Acetato Média (Campanhas) Sinalização de destaque e “freio” visual.
Projetos Especiais RM2 Híbridos (Papelão + Plástico) Variável Soluções sob medida para gôndolas complexas.

É importante ressaltar que a RM2 Holding possui capacidade para produção em larga escala, atendendo desde redes regionais até grandes players nacionais, sempre com consistência de cor e acabamento.

Conclusão: Organização é Venda

Em resumo, saber como organizar gôndolas bagunçadas é uma competência multidisciplinar. Envolve a psicologia do consumidor, a disciplina operacional da equipe de loja e, crucialmente, o suporte de uma indústria gráfica robusta. A bagunça afasta; a organização convida. Ao implementar essas 12 dicas, apoiadas por materiais de PDV de alta performance da RM2, você transforma o ambiente de loja em uma máquina de vendas eficiente.

Não permita que a desorganização drene seus lucros. Invista em sinalização clara, divisórias resistentes e um visual merchandising estratégico. Para se aprofundar ainda mais, explore nosso guia sobre como organizar o PDV e veja como integrar todas essas soluções.

Está pronto para profissionalizar suas gôndolas? Fale com a RM2 Holding para desenvolver um enxoval de peças organizadoras personalizadas para a sua marca.