Mostruário de balcão: o case Votomassa pela RM2 Holding

Existe uma pergunta que trava a venda em toda loja de material de construção. O cliente segura o saco de rejunte e olha para o vendedor: “mas essa cor fica igual a essa foto?”. A embalagem mostra um quadradinho impresso. O piso da casa dele, porém, tem outra iluminação, outro porcelanato e outra expectativa. Diante da dúvida, o cliente adia a compra ou leva a cor mais neutra por segurança.

A RM2 Holding produziu para a Votorantim Cimentos um mostruário de balcão que resolve essa hesitação no próprio balcão. A peça apresenta a linha Votomassa de rejunte resinado com amostras físicas de cor, ficha técnica completa e acesso digital ao simulador da marca. Em outras palavras, ela transforma uma dúvida em decisão sem depender da disponibilidade do atendente.

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Por que o rejunte precisa de amostra física

Nem todo produto exige demonstração tátil. O rejunte, entretanto, pertence à categoria em que a cor define a compra. Afinal, a linha de rejunte emoldura o piso inteiro e altera a percepção do ambiente. Um tom errado compromete o acabamento de uma obra que custou meses.

Por isso, a impressão sozinha não convence. Papel e plástico reproduzem cor com fidelidade limitada, e o comprador sabe disso intuitivamente. A amostra real, ao contrário, elimina o ruído. Ele toca, compara com a foto do celular e decide ali mesmo.

Essa lógica pertence ao território do marketing de shopper. O consumidor final quer um banheiro bonito. O shopper, no entanto, precisa escolher entre oito tonalidades em pé, num corredor movimentado, com pressa. São momentos diferentes e exigem materiais diferentes.

Produto que depende de cor não se vende por catálogo. Vende-se por amostra ao alcance da mão.

O que a peça reúne em um único formato

A cartela de cores em relevo

A lateral direita concentra oito amostras aplicadas em relevo. Elas aparecem identificadas uma a uma: Branco, Bege, Corda, Marrom, Cinza Platina, Cinza Escuro, Grafite e Preto. A sequência segue do claro ao escuro, o que facilita a comparação imediata.

Além disso, cada faixa tem largura suficiente para simular a espessura real de uma linha de rejunte. Consequentemente, o cliente não avalia um ponto isolado de cor, mas o efeito aproximado no piso.

A frente que argumenta

O restante da frente cumpre função comercial pura. Ali aparecem a imagem do aplicador com a embalagem em mãos e o claim de liberação do local em 24 horas. Logo abaixo, quatro benefícios ganham destaque: antimofo, não desbota, áreas secas e úmidas, além de 12 aplicações em um único produto.

O fundo azul da marca ocupa a área inferior e sustenta o texto branco em alto contraste. Já a foto ocupa o topo e cria o vínculo humano. Essa hierarquia de leitura funciona porque respeita o percurso natural do olhar, tema que este conteúdo sobre psicologia dos displays no PDV aprofunda bem.

O verso que responde à objeção técnica

O verso muda completamente de tom. O fundo passa a branco e o conteúdo vira consulta técnica. Ali aparecem as aplicações recomendadas, incluindo porcelanatos, pastilhas de vidro e porcelana, mármores, granitos, revestimentos cerâmicos e pedras naturais decorativas.

Logo abaixo, a peça lista as vantagens do produto e informa as embalagens disponíveis de 1 kg e 5 kg. O selo circular de acabamento superfino premium reforça o posicionamento da linha.

Essa divisão entre frente emocional e verso técnico é uma decisão de projeto, não um acaso. Afinal, o mesmo display promocional atende dois públicos. O consumidor apressado lê a frente. O pedreiro, o arquiteto e o vendedor especializado consultam o verso.

O QR Code do simulador de cores

No rodapé do verso, um QR Code convida o cliente a escolher a cor do rejunte pelo simulador da marca. Portanto, a peça física não termina nela mesma. Ela abre a porta para uma ferramenta digital que mostra a combinação entre revestimento e rejunte antes da compra.

Na prática, isso resolve o último grau de insegurança. A amostra dá a cor real e o simulador dá o contexto. Juntos, os dois recursos derrubam a principal objeção da categoria.

Construção da peça e escolhas de produção

ElementoSolução aplicadaGanho no ponto de venda
FormatoRetrato table top com cantos arredondadosOcupa pouca bancada e evita quinas em área de circulação
ImpressãoFrente e verso com conteúdos distintosDobra a área útil sem dobrar o espaço ocupado
AmostrasOito cores aplicadas em relevo na própria peçaComparação tátil e visual imediata
FixaçãoDois furos com ilhós na parte superiorPermite pendurar quando falta espaço no balcão
ApoioPé transparente destacável no versoSustenta a peça em pé sem competir com a arte

O detalhe dos ilhós merece atenção especial. Ele resolve um problema real de execução em campo. Nem toda loja tem balcão livre, e muitas preferem pendurar o material próximo à gôndola de argamassas. Com os dois furos, a mesma peça atende às duas situações. Assim, o time de trade não precisa produzir duas versões nem enfrentar recusas do gerente da loja.

A escolha do substrato, por sua vez, define a vida útil. Mostruários permanentes convivem com poeira de cimento, umidade e manuseio diário. Esse cenário exige material rígido e resistente, ao contrário de campanhas curtas em papelão. A comparação entre papelão ondulado e PSAI para campanhas de longa duração ajuda a calibrar essa decisão desde o briefing.

O papel do mostruário no canal home center

O varejo de construção tem uma característica peculiar. O cliente entra decidido sobre a categoria, mas indeciso sobre a marca. Ele sabe que precisa de rejunte. Ele não sabe, contudo, qual marca escolher entre as quatro opções na prateleira.

Nesse contexto, o display de balcão trabalha onde a gôndola não alcança. Enquanto a embalagem disputa atenção no linear, o display de mesa ocupa o ponto de decisão final, junto ao atendimento. Essa é uma jogada clássica de trade marketing em canais consultivos.

Para redes de home center e lojas de bairro, o benefício também é operacional. A peça treina o vendedor sem treinamento formal. Ele aponta as cores, cita os diferenciais impressos e conclui a venda com mais segurança. Consequentemente, a marca ganha recomendação espontânea no balcão. Esse efeito também sustenta o share de gôndola da categoria ao longo do tempo.

Como especificar um mostruário assim

Primeiro, defina o que a amostra física precisa provar: cor, textura, brilho ou espessura. Depois, decida a quantidade de variações, lembrando que excesso de opções paralisa a escolha. Em seguida, separe o conteúdo comercial do conteúdo técnico entre frente e verso. Essa organização dialoga diretamente com boas práticas de visual merchandising.

Por fim, projete a fixação pensando no pior cenário de loja, e não no melhor. Peças que dependem de balcão livre acabam guardadas. Já peças com duas possibilidades de instalação permanecem expostas durante toda a campanha, como mostram estes exemplos de displays de PDV.

Da amostra ao lote, na mesma operação

A RM2 Holding desenvolve, imprime, monta e expede materiais de ponto de venda com fabricação própria. Atendemos indústrias, agências e equipes de trade marketing com projeto estrutural, prototipagem e produção em escala. A definição do processo, aliás, muda conforme a tiragem, como explica esta comparação entre impressão offset e digital. Além disso, cuidamos da expedição loja a loja, o que reduz o número de fornecedores na cadeia. Conheça a amplitude do que uma gráfica industrial completa produz.

Seu produto depende de cor, textura ou acabamento para vender? Envie o briefing e fale com um especialista da RM2 Holding. Você recebe um orçamento de mostruário personalizado com projeto, amostra física e produção em uma única entrega.