Quais materiais PDV usar em farmácias?

Quais materiais PDV usar em farmácias? O guia por zona da loja

Na farmácia, o shopper decide rápido. Afinal, ele entra para buscar um medicamento e, no caminho até o balcão, atravessa corredores de dermocosméticos, higiene e MIPs (medicamentos isentos de prescrição). Se a sua marca não aparece nesse trajeto, a concorrente aparece. Além disso, as gôndolas farmacêuticas reúnem embalagens muito parecidas, quase sempre em branco e azul. Consequentemente, sem uma estratégia de trade marketing bem executada, o produto desaparece.

Melhores práticas de comunicação visual para supermercados e farmácias

O tamanho dessa oportunidade é expressivo. Segundo a Abrafarma, o Brasil tem cerca de 94 mil farmácias. Além disso, somente as grandes redes associadas registraram 1,33 bilhão de atendimentos em 12 meses, o que equivale a cerca de cinco visitas por habitante ao ano. Ou seja, poucos canais oferecem tanto fluxo qualificado para a comunicação de ponto de venda.

Em resumo, os materiais PDV para farmácias mais indicados são o wobbler, a testeira e a régua de gôndola nos corredores; o display de balcão e o clip strip no checkout; e o display de chão e o adesivo de vitrine na entrada. A escolha certa depende da zona da loja, da categoria do produto e das regras da Anvisa para propaganda.

A RM2 Holding, indústria gráfica de São Bernardo do Campo especializada em MPDV, desenvolve todas essas peças com projeto estrutural, impressão e acabamento sob o mesmo teto.

Por que a farmácia exige um PDV diferente do supermercado?

Embora pareçam varejos semelhantes, a farmácia tem regras próprias. Por isso, um material pensado para o hipermercado nem sempre funciona no corredor de saúde. Os principais fatores são:

  • Regulação sanitária: a Anvisa proíbe a propaganda de medicamentos sob prescrição ao público e define advertências obrigatórias para MIPs. Assim, a arte precisa passar pelo time regulatório antes da impressão.
  • Espaço reduzido: como os corredores são estreitos, as peças precisam ser compactas.
  • Limpeza frequente: portanto, os materiais devem resistir à umidade e aos produtos de limpeza.
  • Percepção de confiança: afinal, em saúde, um acabamento precário compromete a credibilidade da marca.

Quais materiais PDV usar em cada zona da farmácia?

Para planejar o investimento, o caminho mais eficiente é dividir a loja em três zonas. Afinal, cada uma cumpre uma função na jornada do shopper.

Entrada e vitrine: atrair antes da porta

Primeiramente, a entrada deve anunciar campanhas sazonais, como proteção solar no verão. Nesse ponto, o display de chão cria um ponto extra de alto impacto, como mostra o case de display de chão da Johnson’s produzido pela RM2. Da mesma forma, adesivos de vitrine em vinil reforçam a campanha para quem passa pela calçada.

Corredor de MIPs e dermocosméticos: interromper o olhar

É no corredor que acontece a maior parte da decisão por impulso. Não por acaso, o mesmo levantamento da Abrafarma aponta alta de quase 11% nas vendas de MIPs. Por essa razão, as peças de gôndola fazem a diferença:

Balcão e checkout: converter a compra de última hora

Enquanto aguarda o atendimento, o cliente tem tempo e atenção disponíveis. Por isso, o balcão é o espaço mais valioso para itens de baixo tíquete, como pastilhas e suplementos.

  • Display de balcão: expõe o produto na altura dos olhos e dentro do alcance da mão. Conheça as opções de display de balcão personalizado.
  • Clip strip: cria pontos extras pendurados em gôndolas e checkouts, sem ocupar prateleira. Veja como aplicar o clip strip em farmácias.
  • Take-one: por fim, distribui folhetos e programas de fidelidade dos laboratórios. Nesse caso, o display take-one mantém tudo organizado.

Sua marca precisa de presença em redes de farmácias? Fale com um especialista da RM2 Holding e receba um projeto de MPDV planejado zona por zona, do corredor ao checkout.

Clip Strip Farmácia

Quais materiais garantem durabilidade no PDV farmacêutico?

Antes de tudo, o substrato deve acompanhar a duração da campanha. Na prática, a RM2 trabalha com:

  • PS (poliestireno) de 0,5 mm a 1 mm: ideal para wobblers e testeiras, pois resiste à umidade e à limpeza.
  • PETG e acetato transparente: indicados para hastes e bases, já que mantêm o visual limpo dos dermocosméticos.
  • Papel cartão triplex com laminação: por outro lado, oferece ótimo custo-benefício em campanhas curtas.
  • Papelão microondulado: estrutura leve e firme para displays de chão e de balcão, com montagem rápida.
  • Verniz UV localizado e hot stamping: valorizam linhas premium e reforçam a percepção de qualidade.

Ou seja, não existe material universal. Uma ação de 30 dias pede um investimento diferente de uma peça permanente de categoria. Para aprofundar essa decisão, vale comparar o PDV em papelão ondulado e em PSAI antes de decidir.

Como medir o retorno do PDV na farmácia?

Um material PDV só se paga quando o resultado aparece no sell-out. Por isso, o ideal é definir os indicadores antes da instalação. Os mais usados pelo trade marketing farmacêutico são:

  • Comparativo de lojas: lojas com o material versus lojas sem o material.
  • Giro do SKU: variação de vendas do produto antes e durante a campanha.
  • Execução em loja: auditoria fotográfica para confirmar se a peça foi instalada no local certo.

Dessa forma, o investimento deixa de ser custo e passa a ser alavanca comercial mensurável.

Como a RM2 Holding produz materiais PDV para farmácias?

Marcas de saúde e beleza exigem fidelidade de cor rigorosa e prazos alinhados ao calendário das redes. Por isso, a RM2 conduz todo o processo internamente:

  • Projeto estrutural: desenvolvimento de faca especial e protótipo antes da produção em escala.
  • Prova de cor: garantia de que o azul da marca na gôndola seja o mesmo da embalagem.
  • Produção em grande volume: assim, a RM2 atende redes com centenas de lojas.
  • Montagem de kits por loja: entrega organizada que facilita a execução do trade marketing.

Além disso, a empresa já atende o setor farmacêutico em outras frentes, como mostra a parceria em embalagens com a Allegra.

Perguntas frequentes sobre materiais PDV em farmácias

Posso divulgar medicamento sob prescrição em material PDV?

Não. A Anvisa proíbe a propaganda de medicamentos sob prescrição ao público. Por isso, as campanhas de PDV em farmácias costumam focar MIPs, dermocosméticos, higiene e suplementos, com validação regulatória.

Qual o material PDV com melhor custo-benefício para farmácia?

Geralmente, o wobbler e a régua de gôndola oferecem baixo custo unitário e alta visibilidade. Por isso, são a porta de entrada mais comum para campanhas em redes farmacêuticas.

Qual material resiste melhor à limpeza diária da farmácia?

O PS e o PETG são os mais indicados, porque não absorvem umidade e suportam a higienização frequente sem deformar ou desbotar.

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