Display de chão Aplik: o ponto extra que vende sozinho
Primeiro, um cenário conhecido. Na gôndola de limpeza, a marca disputa espaço com dez concorrentes na mesma altura de olhar. O shopper passa rápido, compara preço e segue. Ou seja, o produto vira commodity antes de contar a própria história.
O display de chão quebra essa lógica. Ele tira a marca da fila, cria território próprio no corredor e reúne a linha inteira em um único ponto. A Aplik, marca da Braskim, usa exatamente esse recurso, e a RM2 Holding produz a estrutura.
Este artigo destrincha a peça produzida para a Aplik. Assim, você entende o que cada escolha estrutural resolve na operação da loja.
O que é um display de chão e por que ele funciona
O display de chão é um expositor autônomo que ocupa o piso da loja. Portanto, ele não depende da prateleira nem da negociação de espaço na gôndola principal.
Na prática, essa autonomia gera o chamado ponto extra no PDV. Assim, a marca aparece duas vezes na mesma loja: na seção fixa e no corredor de maior fluxo.
Existe ainda uma vantagem operacional. O expositor chega plano, ocupa pouco espaço no estoque e sobe em poucos minutos. Portanto, a rede replica a mesma ação em dezenas de lojas sem equipe especializada. Quem quiser ampliar o repertório encontra sete formas de expor produto no display de chão.
O display de chão Aplik por dentro
Já a linha Aplik reúne gel adesivo, pastilha, pedra sanitária, difusor de varetas, saponáceo e limpador perfumado. Além disso, cada item tem peso, formato e altura diferentes. Por isso, o projeto precisou resolver exposição mista em uma estrutura só.
Testeira com a linha completa e QR Code
A testeira inclinada no topo traz o logo, a assinatura “Todo carinho que sua casa merece” e uma fotografia de todos os produtos da linha. Dessa forma, o shopper entende o portfólio inteiro antes de olhar as prateleiras. Além disso, um QR Code impresso na peça leva o consumidor ao site da marca, o que conecta o corredor da loja ao ambiente digital.
O recorte ondulado das laterais
Afinal, este é o detalhe que separa o projeto de um expositor comum. Aqui, as laterais não seguem linha reta: elas desenham uma onda contínua do topo até a base. Enquanto um display retangular se confunde com a prateleira ao fundo, essa silhueta cria movimento e prende o olhar de longe. A faca de corte personalizada, portanto, virou o principal recurso de diferenciação da peça.
Ganchos, prateleiras e base com divisória
Primeiro, o topo abre uma faixa com ganchos brancos para os itens leves e encartelados. Logo abaixo, quatro prateleiras acomodam as embalagens de maior volume. Na base, uma divisória central separa dois compartimentos e sustenta o peso do estoque. Assim, a mesma estrutura organiza SKUs de perfis muito diferentes sem improviso na loja.
Pés plásticos e travas de encaixe
Quatro pés plásticos pretos ainda elevam o conjunto do piso. Além de nivelar a peça, eles protegem a base da umidade típica de área de limpeza. Enquanto isso, as travas laterais aparecem em todos os níveis e prendem cada prateleira sem cola. Consequentemente, a loja monta o display em minutos, sem ferramenta.
| Elemento estrutural | Função comercial |
|---|---|
| Testeira com foto da linha | Comunica o portfólio à distância |
| QR Code | Liga o PDV ao conteúdo digital da marca |
| Recorte ondulado | Diferencia a silhueta no corredor |
| Faixa de ganchos | Expõe itens leves sem ocupar prateleira |
| Base com divisória | Sustenta estoque e organiza reposição |
| Pés plásticos | Protegem a estrutura da umidade do piso |
A operação de reposição também agradece. Como cada nível tem função definida, o promotor repõe sem repensar o layout a cada visita. Portanto, a peça mantém o padrão visual mesmo depois de semanas em loja.
Estratégias de vendas com o display de chão
- Posicionamento fora da seção: leve o display para o corredor de maior fluxo, porque a compra por impulso acontece longe da gôndola de origem.
- Exposição da linha completa: com a linha reunida, o shopper tende a levar mais de um item e eleva o valor médio do carrinho.
- Cross merchandising: aproxime o expositor da seção de banheiro ou de lavanderia, já que o cross merchandising conecta necessidades complementares.
- Ganho de share: o ponto extra amplia o share de gôndola sem depender de nova negociação de planograma.
- Sazonalidade: troque apenas a testeira em campanhas pontuais e mantenha a estrutura em operação.
Vale lembrar que o expositor sustenta a campanha inteira. Ou seja, ele funciona como plataforma, e não como peça isolada de comunicação. Marcas que trabalham lançamento encontram nele o espaço que a gôndola raramente concede.
Erros comuns ao especificar um display de chão
- Altura de prateleira genérica: quando o vão não respeita o produto mais alto, a reposição improvisa e a exposição perde ordem.
- Base sem reforço: peça carregada cede na frente, portanto o cálculo de carga vem antes da arte.
- Excesso de informação: o shopper decide em segundos, como explica a psicologia dos displays no PDV.
- Montagem complexa: já que a loja monta sem manual, cada encaixe precisa ser óbvio.
Branding: a identidade Aplik aplicada na estrutura
Na identidade, o projeto trabalha o branco como base e reserva a cor para os pontos certos. Uma fita curva em rosa, azul e roxo atravessa a lateral inteira, enquanto o logo aparece em corpo grande na mesma face. Portanto, quem passa pelo corredor lateral identifica a marca sem ler nada.
Já as faixas frontais das prateleiras repetem o logo e trazem imagens de lavanda, pinha, folhagem e água. Esses elementos traduzem as fragrâncias da linha em linguagem visual e reforçam o branding no ponto de venda. Além disso, a repetição em cinco alturas diferentes cria memorização por frequência, um princípio central da psicologia das cores aplicada ao varejo.
Tecnologia de impressão e produção RM2 Holding
Na produção, peça com fundo branco predominante não perdoa erro de impressão. Afinal, qualquer variação de tonalidade entre prateleiras fica evidente na loja. Por isso, o controle de cor precisa se manter estável do primeiro ao último exemplar do lote.
A RM2 Holding produz displays com impressão offset de alta qualidade para PDV, além de estrutura própria de corte, vinco e montagem. Assim, a mesma operação resolve a arte, a faca especial do recorte ondulado e o volume de produção.
A escolha entre offset e digital depende da tiragem e do prazo. Já a definição do substrato segue a duração da campanha, como mostra o comparativo entre papelão ondulado e PSAI. Dessa forma, o time de trade marketing recebe uma peça dimensionada para o tempo real de exposição.
Antes do lote, a produção ainda entrega protótipo físico. Afinal, altura de prateleira e resistência da base só se comprovam com o produto real dentro do expositor.
Esse cuidado evita o pior cenário de uma ação de trade: display bonito no arquivo, mas instável no corredor. Assim, a marca protege o investimento e garante a execução planejada.
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