Display de Chão Fanta

Todo gerente de trade marketing conhece a cena. A verba sai, o produto chega à loja e, mesmo assim, ele some no meio da gôndola. Portanto, quem disputa atenção no varejo precisa de território próprio. É exatamente isso que o display de chão entrega: um espaço exclusivo, dentro do fluxo do shopper, com a linguagem da marca do topo à base.

Recentemente, a RM2 Holding produziu um display de chão personalizado para uma campanha sazonal da Fanta. O projeto mostra, na prática, como marca forte, linguagem jovem e engenharia gráfica trabalham juntas. A seguir, destrinchamos o case, as funções do equipamento e os materiais que sustentam tudo isso.

Display de chão Fanta

Força de marca: quando o display deixa de ser móvel e vira cenário

A Fanta carrega um repertório visual inconfundível. O laranja saturado, a tipografia própria e o tom irreverente aparecem antes mesmo do consumidor ler qualquer coisa. Por isso, o projeto não tratou o display como uma simples estante. Ele foi desenhado como cenário completo de campanha.

Observe a construção. O topo recebeu personagens licenciados do universo do terror, recortados em faca especial e aplicados em destaque acima da estrutura. O fundo traz sombras impressas em degradê, o que cria profundidade e sensação de movimento. Já cada prateleira ganhou uma testeira própria com o mote da ação, repetindo a assinatura em quatro níveis diferentes.

Ou seja, a marca não aparece uma vez. Ela aparece quatro vezes, em alturas distintas, alcançando tanto o olhar adulto quanto o da criança no carrinho. Assim, o ponto extra deixa de competir com a gôndola comum e passa a funcionar como uma ilha temática independente.

Comunicação com o público jovem: sazonalidade e cultura pop

Refrigerante de fruta compete em uma categoria disputada. Logo, o diferencial raramente está no produto isolado. Ele está no repertório cultural que a marca ativa no momento da compra.

A campanha explorou Halloween, uma data que cresceu muito no varejo brasileiro nos últimos anos. Além disso, apostou em personagens que o público entre 15 e 30 anos reconhece imediatamente. Dessa forma, o display cumpre três papéis ao mesmo tempo:

  • Reconhecimento instantâneo: o shopper identifica a campanha em menos de dois segundos de corredor.
  • Valor de registro: cenários temáticos viram foto e story, o que estende o alcance da ação para fora da loja.
  • Gatilho de urgência: a sazonalidade comunica prazo curto e, consequentemente, acelera a decisão.

Vale registrar um ponto técnico. Arte forte só funciona quando a impressão acompanha. Tons escuros de terror ao lado de laranja vibrante exigem controle rigoroso de cor. Caso contrário, o preto vira cinza esverdeado e o laranja perde saturação na área de sombra.

As múltiplas funções de um display de chão personalizado

Muita gente enxerga apenas exposição. Na prática, porém, o equipamento acumula funções bem distintas dentro da operação da loja.

  • Ponto extra de venda: ele conquista área nobre fora da gôndola natural da categoria, geralmente em corredores de fluxo ou próximo ao checkout.
  • Exposição vertical: os níveis escalonados permitem organizar sabores, gramaturas ou versões da linha sem embaralhar o sortimento.
  • Sinalização de oferta: as testeiras funcionam como régua de gôndola integrada, prontas para receber preço, selo promocional ou mecânica da campanha.
  • Storytelling de marca: topo, fundo e base contam uma narrativa visual contínua, algo que um cartaz isolado nunca alcança.
  • Facilidade de reposição: o promotor identifica o vazio de longe e reabastece em segundos.
  • Mensuração: como o ponto é isolado, a indústria consegue medir o sell-out incremental da ação com clareza.

Em resumo, o display concentra funções que normalmente exigiriam vários materiais separados. Por isso, o custo por impacto costuma ser bastante competitivo.

Quer transformar sua próxima campanha em cenário de loja? Fale com um especialista da RM2 Holding e receba um orçamento de display de chão sob medida para o seu produto.

Materiais e engenharia: o que separa um display firme de um display que tomba

Aqui mora a diferença entre fornecedores. Um display de papelão mal projetado entorta na primeira semana, e o promotor simplesmente recolhe a peça. Toda a verba da campanha vai junto.

Portanto, a escolha do substrato precisa considerar peso de produto, tempo de campanha e ambiente da loja. Veja as opções mais usadas:

  • Papelão microondulado: leve, com excelente superfície de impressão. Indicado para produtos leves e campanhas curtas.
  • Papelão ondulado duplo: aumenta bastante a resistência à compressão. É a escolha natural para bebidas e produtos com peso relevante, como no case Fanta.
  • Polionda e PS: resistem melhor à umidade. Assim, atendem áreas de hortifrúti, congelados ou entradas de loja.
  • Reforços internos: colunas, travessas e abas dobradas distribuem a carga e evitam a deformação das prateleiras.

O acabamento também pesa. A laminação protege contra atrito e respingos, enquanto o verniz UV realça a saturação das cores. Já a faca especial libera formatos que fogem do retângulo padrão, como o topper recortado do case.

Por que a gráfica precisa dominar o processo inteiro

Um projeto desses passa por várias etapas críticas. Se uma delas falha, o resultado aparece na loja.

Primeiro, vem a estruturação. O time desenha a planificação, calcula a carga por prateleira e monta um protótipo físico para teste. Depois, entra a produção da arte, com perfil de cor calibrado e provas contratuais aprovadas pelo cliente. Em seguida, a impressão precisa manter fidelidade ao longo de toda a tiragem, não apenas nas primeiras folhas.

Por fim, chega o corte, o vinco e a montagem. Uma peça bem projetada sai da caixa e monta em poucos minutos, sem ferramenta e sem manual complicado. Isso importa muito, porque o promotor tem tempo limitado dentro da loja.

A RM2 Holding executa todas essas etapas internamente. Consequentemente, o prazo encurta e o controle de qualidade não depende de terceiros.

Marcas que já produzem materiais de PDV com a RM2

Além da Fanta, a RM2 atende marcas como Aplik, Sakura, Lacta e Dailus, entre outras indústrias de alimentos, bebidas e cosméticos. Cada segmento traz uma exigência diferente. Alimentos pedem certificação e resistência à umidade, enquanto cosméticos exigem acabamento nobre e fidelidade absoluta de cor.

Nossa estrutura cobre todo o enxoval de ponto de venda. Ou seja, o mesmo projeto pode incluir display de chão, display de balcão, wobbler, faixa de gôndola e bobina de forração, com identidade visual alinhada em todos os pontos de contato.

Solicite seu orçamento personalizado. Envie a arte ou apenas o briefing da campanha. Nossa equipe desenvolve a estrutura, produz o protótipo e entrega o display de chão pronto para montar na loja.